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Investigar transforma suspeitas em certezas. Onde existe sombra, investigar traz luz.
Porque contratar seu Detetive Particular na Kontora?
Apresentamos Detetives Nikola e Irina - as mentes por trás da verdade.
Conheça Nossos Especialistas: A Mente por Trás da Verdade
Na Kontora Investigações, cada caso é conduzido com seriedade e expertise. Conheça os agentes que garantem a discrição e a eficiência que você precisa.
Agente Nikola: Com carreira sólida e formação de elite na ACADEPOL (Academia de Polícia Civil de São Paulo), Nikola traz a disciplina e a técnica das forças de segurança para o setor privado. Sua experiência em campo garante uma abordagem metódica e rigorosamente dentro da legalidade para solucionar casos complexos, sejam eles empresariais ou pessoais.
Agente Irina: Especialista em análise comportamental e investigação de informações, Irina é a peça-chave para desvendar tramas e conectar os pontos. Com um olhar atento aos detalhes, ela lidera as operações com uma abordagem ética e focada, garantindo que nenhuma informação passe despercebida e que a verdade seja revelada com total sigilo.
Juntos, Nikola e Irina formam uma equipe dedicada a oferecer respostas claras e seguras, sempre atuando com ética e dentro dos limites da lei.
Minha primeira experiência com um detetive particular (DP) aconteceu enquanto eu ainda era policial e estava em patrulha. Fui acionado para uma ocorrência em que uma mulher relatava estar sendo seguida por um homem em um carro suspeito.
Aposto que você já imagina onde isso vai dar.
Ela parou no estacionamento de um supermercado. O tal homem estacionou logo em seguida, a algumas vagas de distância. Quando cheguei, notei imediatamente o carro dele: um sedan preto, com insulfilm escuro e antenas discretas, um modelo que, para um olho treinado, gritava “viatura descaracterizada”. Não era exatamente um veículo que passava despercebido.
Tenso e em alerta máximo, abordei o senhor de uns cinquenta e poucos anos sentado ao volante. Ele calmamente me entregou sua carteira de detetive particular e pediu, em voz baixa, para que eu não revelasse à mulher que ele era um profissional contratado pelo marido dela. Naquele momento, a imagem que formei de um detetive foi a de alguém que queria ser policial, mas não tinha a técnica para fazer o trabalho direito.
Naquela época, eu não tinha a menor intenção de me tornar um detetive. Mas aqui estou eu, anos depois, gerenciando minha própria agência de investigação. Embora seja um trabalho muito diferente do policiamento, a transição foi surpreendentemente natural.